EA divulga mais detalhes sobre os recursos e as exigências do novo SimCity

Electronic Arts e a Maxis  confirmaram várias informações sobre os processos de venda e conectividade do novo SimCity, exclusivo para PCs. O simulador não será vendido somente no Origin, loja virtual da EA, mas também em outros serviços de distribuição digital. Por outro lado, vai exigir que os jogadores estejam constantemente conectados ao Origin ao jogar, mesmo que não seja onde o game foi comprado.

SimCity

Não foram divulgados detalhes sobre outras lojas virtuais que possam vender o jogo, como o Steam, nem se o jogo será lançado em disco. A EA afirma que a conexão constante à internet é necessária para o multiplayer e para o impacto das decisões do jogador na economia global do jogo. É claro que a decisão foi tomada também para evitar a pirataria. Dito isso, a empresa avisou que SimCity não dará suporte amods, ao menos não nas primeiras semanas após o lançamento.

“Neste momento estamos trabalhando em desenvolver um produto com o nível de qualidade que a série SimCity merece”, disse Ocean Quigley, diretor de criação da Maxis. “Após o lançamento, tomaremos decisões sobre como e quando daremos abertura a mods.”

“O motivo pelo qual as pessoas ainda jogam SimCity 4 quase dez anos depois é a comunidade de modders que essencialmente recriou o jogo e o preencheu com novo conteúdo, corrigindo bugs e tornando-o um hobby tanto quanto um game”, continua Quigley: “Reconhecemos isto. Não somos idiotas.”

Chamado simplesmente de SimCity, o mais novo game da série só será lançado em 2013.

Fonte: Techtudo 
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Playstation 4: Nome, especificações e outros detalhes

O anúncio oficial de um próximo videogame da Sony ainda pode estar a alguns meses (ou anos) de distância, mas acabamos de receber aqui no Kotaku alguns detalhes importantes sobre o tão discutido sucessor do PlayStation 3.

Para começar, o nome do videogame – ou pelo menos seu codinome – aparentemente é Orbis. E o plano é que ele seja lançado na temporada de Natal de 2013.

Os detalhes neste post vêm de fontes confiáveis que não estão autorizadas a falar publicamente sobre o hardware da próxima geração, mas que já compartilharam informações corretas conosco anteriormente. E essas informações específicas confirmam muito do que vinha se falando em termos de “especulações superficiais” do tal PS4 recentemente.

Procurado por nossa reportagem, um porta-voz da Sony se recusou a comentar os detalhes, citando a política da empresa de não comentar “rumores ou especulações”.

Que nome é esse?

Orbis. Repita comigo. Lembra um pouco a palavra “four” (quatro), não lembra? Com a vantagem de que ela não faz o próximo PlayStation ficar parecendo um filme de terror ruim.

Também é um nome cheio de significado. A própria palavra “Orbis”, do latim, significa círculo, anel ou até mesmo órbita. Nada muito explicativo. Mas combine isso com o nome do novo portátil da Sony, e você tem a expressão Orbis Vita (ou Orbis Vitae). O que poderia significar “ciclo da vida”. Seria o Vita muito mais que um ator coadjuvante no desenvolvimento e utilização do próximo PlayStation? Talvez.

Esse simbolismo também sugere que, em vez de ser um codinome, como aqueles que tradicionalmente as empresas utilizam na fase de desenvolvimento (como NGP ou Durango), esse tal Orbis poderia mesmo ser o nome definitivo. Ainda não sabemos, com certeza, então vamos ficar de olho.

Ao digitar vita.scedev.net, você chega ao portal da Sony para desenvolvedores do Vita. O mesmo acontece com NGP.scedev.net, em referência ao codinome que foi usado para o Vita. A versão PS4 dessa regra (ps4.scedev.net) não leva a lugar nenhum. Mas as versões PS3 (ps3.scedev.net) e Orbis (Orbis.scedev.net) funcionam, embora sem áreas específicas no caso do Orbis.

O próximo PlayStation, em resumo

– Está sendo chamado de “Orbis”, seja o nome oficial ou o codinome
– Deve ser lançado na temporada do Natal de 2013
– Não vai ser compatível com jogos de PlayStation 3
– Vai “linkar” os jogos novos em contas da PSN e usar “soluções” contra jogos usados
– Os jogos lançados estarão disponíveis tanto em Blu-Ray quanto via download
– As especificações incluem processador AMD x64 e GPU AMD Southern Islands

Especificações técnicas

Nossa fonte revelou algumas especificações básicas para o console, mas como a tecnologia não para, vamos ter em mente que tudo isso pode mudar entre hoje e o lançamento do Orbis. Mas se você quer saber com que números os desenvolvedores estão fazendo planos agora, vamos lá:

– Processador AMD x64
– Chip gráfico (GPU) AMD Southern Islands

Já tínhamos ouvido sobre o processador antes, mas o caso da GPU é interessante. Esse é o nome que a AMD usou em várias de suas placas de vídeo topo de linha para PCs em 2012. A GPU do tal PS4, especificamente, seria capaz de rodar jogos em uma resolução de 4096×2160, muito acima da maioria das TVs de alta definição. Ela também poderia rodar jogos em 3D com resolução de 1080p (coisa que o PS3 só fazia direito com 720p).

Nas lojas em 2013

Segundo nossa principal fonte, “desenvolvedores selecionados” têm recebido kits de desenvolvimento para o Orbis desde o começo de 2012. Versões revisadas e melhoradas desses kits teriam circulado pela GDC, e unidades beta mais “finalizadas” serão enviadas aos desenvolvedores no final deste ano, ainda segundo a nossa fonte.

E isso, felizmente, deve dar aos estúdios tempo suficiente para terminarem seus jogos a tempo do lançamento do Orbis, que seria no final de 2013. Se você se lembra do lançamento do PS3 – se não, tudo bem, já faz um tempo -, vai ver que ele também foi lançado na temporada de compras de final de ano (novembro de 2006 no Japão e nos EUA).

Adeus, jogos de PlayStation 3

Você se lembra como o PlayStation 3 aos poucos abandonou a compatibilidade com jogos de PS2? Pois nossa fonte diz que o Orbis não vai nem se preocupar com isso, e que a Sony não tem planos de possibilitar uma retrocompatibilidade com os jogos já lançados de PlayStation 3.

Patrulha dos jogos usados

Assim como no caso Xbox/Durango, ouvimos de diversas fontes que o Orbis também vai ter algum tipo de “solução” contra jogos usados. Segundo a nossa principal fonte, está funcionando assim: os novos jogos lançados para o console vão estar disponíveis tanto em Blu-Ray quanto via download na PSN (sim, até mesmo os jogos “de caixinha”). Se você comprar o disco, o jogo deve ser ligado a uma única conta da PSN, e depois disso você pode jogar o game, salvá-lo inteiro no seu HD ou armazená-lo como um jogo “baixado” no seu histórico da PSN para baixar gratuitamente quando quiser.

Mas não pense que você vai poder, simplesmente, comprar o disco e ficar offline; assim como em vários jogos de PC, você vai precisar de uma conta (no caso, da PSN) para ficar online, para começo de conversa.

Se você decidir trocar ou vender o jogo, o novo dono vai ter algumas limitações. Nossas fontes não deram detalhes exatos de como as coisas vão funcionar para os usuários de jogos usados, mas acredita-se que esses jogos serão limitados a uma forma de “trial” ou outra restrição de conteúdo, e o jogador teria que pagar para destravar/registrar o jogo completo.

Isso permitiria que os jogos usados continuassem sendo vendidos, principalmente em redes como a GameStop, e ao mesmo tempo aliviaria a barra das produtoras, que não precisariam mais inventar suas catastróficas ferramentas de controle como passes online e DRM.

Em dezembro de 2012…

Um post publicado no Pastebin em dezembro passado também se referia ao PlayStation 4 como Orbis, da mesma maneira que o próximo Xbox vem sendo chamado de Durango. As especificações técnicas desse post do Pastebin são bem diferentes do que nossas fontes disseram, e a falta de um disco rígido iria contra a ideia de baixar jogos completos para o videogame.

O post do Pastebin também menciona que nomes grandes como EA estariam decepcionados porque o Orbis seria muito menos potente que o lendário “Xbox 720″, então pode ser que eles estivessem falando de um protótipo inicial que não foi adiante. Nós entramos em contato com a EA para sabermos mais do assunto.

Isso é tudo o que temos até o momento. Vale lembrar que essas informações não foram confirmadas ainda, e que até mesmo dados que são “oficiais” hoje podem sofrer alterações até o lançamento do console. Essas informações são apenas o que nos disseram que a Sony está planejando/trabalhando atualmente. Com isso em mente, o que vocês acham desse Orbis/PS4 até agora?

Fonte: Kotaku

Assassin’s Creed 3 – Uma obra verdadeiramente nova que promete ser a melhor da franquia

Mais do que uma nova sequência para uma franquia, Assassin’s Creed 3 representa um salto de conceitos, ambientações e até de continentes para a série. Pela primeira vez, o personagem principal da ordem dos assassinos poderá usar árvores como pontos de apoio estratégico, caçar animais e considerar as adversidades do tempo como fator para planejar o próximo ataque.

Todas essas mudanças e adições não são apenas bem-vindas, mas também necessárias. Afinal, a opinião de que os outros jogos da série se mostram empolgantes nas primeiras horas e vão ficando mais chatos e repetitivos com o tempo é quase que unânime, mesmo entre os fãs mais fiéis.

Além das adições citadas no início, outras melhorias garantidas pela Ubisoft prometem deixar o game longe do território dos enjoativos. Continue acompanhando mais esta prévia do BJ e confira algumas delas.

Terreno muito mais relevante

Apesar de já termos comentado antes sobre o novo teor de relevância que o terreno vai ter, vale a pena sublinhar mais alguns detalhes. Diferente dos desertos vazios ou das grandes áreas inúteis presentes nos arredores das cidades dos títulos anteriores, desta vez, a geografia geral do jogo vai ser, obrigatoriamente, mais bela e relevante.

Isso porque o contexto agora é outro. As grandes cidades do Velho Mundo não vão estar presentes no novo continente que ainda está em processo de colonização. Logo, você vai ver muito mais florestas, vales, campos, planícies e montanhas do que os velhos cenários urbanos cheios de prédios altos e estruturas monumentais.

É até possível especular que o jogo terá uma atmosfera mais parecida com a de Red Dead Redemption, em que apenas andar por aí e apreciar a vista já é uma experiência digna de alguns minutos do seu tempo.

Rios de água corrente que antes deixavam uma parte do terreno praticamente inalcançável no verão poderão estar congelados no inverno, permitindo que você chegue até aquela caverna, no outro lado da margem, que você sempre quis conhecer, mas nunca pôde alcançar, por exemplo

O tempo muda, e você também

Falando em estações do ano, a Ubisoft também revelou em uma entrevista ao Eurogamer que as mudanças meteorológicas são muito mais relevantes do que pensávamos anteriormente. Além de soldados inimigos ficarem mais lentos na neve alta que cobre o chão, o cenário predominantemente branco também vai deixar mais fácil a tarefa de seguir pegadas e marcas de sangue enquanto você rastreia o caminho de um oponente escondido.

Por outro lado, as chuvas, que ficam mais frequentes na primavera e no verão, vão apagar as pegadas da terra seca rapidamente. Outro detalhe muito importante é que mosquetes e pistolas vão ficar inúteis uma vez que estiverem molhados, obrigando você a repensar sua estratégia caso estivesse confiando no longo alcance das armas de fogo para atacar.

Novo continente, nova história

O novo enredo ambientado na América do Norte durante sua época de independência também trará novos ares. Enquanto que a arquitetura e o terreno permaneceram muito parecidos ao longo de toda a série, o novo game deve abordar culturas, pessoas e histórias bem diferentes.

Saem o glamour e a “classe” das famílias tradicionais da Itália renascentista e entram os camponeses simples, sobrevivendo em cabanas no novo mundo. O próprio protagonista, Connor Ratohnhaké:ton, tem suas origens nos indígenas. Um detalhe interessante é que o jogo se situa nos Estados Unidos, o que pode significar que as dublagens que puxam palavras de outras línguas diferentes do inglês vão estar menos presentes, marcas registradas de Ezio em AC 2.

Outras informações reveladas pela Ubisoft explicam mais sobre a personalidade de Connor. Enquanto que Altair tinha um senso de dever e Ezio era movido pela vingança, o novo protagonista tem um grande sentimento de justiça. Ele é arrastado à guerra civil para proteger seu povo no início do game e acaba se tornando um assassino depois de certo ponto, sendo que tudo isso deve ocorrer ao longo de 35 anos da vida de Connor.

Como de costume, Assassin’s Creed 3 também vai ter um forte apelo à história. Além de poder conversar com o próprio George Washington, Connor também vai interagir com outras figuras importantes da independência americana, permitindo que os fãs conheçam Marquis de Lafayette e Charles Lee. No lugar de Leonardo da Vinci, teremos Benjamin Franklin suprindo o papel de ajudante quando o auxílio em assuntos tecnológicos e culturais for necessário.

Encontrando o seu lugar na batalha

Por mais que Connor acabe se aliando ao lado dos revolucionários em certo ponto, o protagonista continua atuando de forma neutra em seu próprio caminho, e não está diretamente atrelado a nenhum exército. Falando em exército, já é confirmado que a nova engine do game vai suportar batalhas com milhares de soldados animados na tela.

Este tipo de luta também deve introduzir uma nova mecânica de combate. Connor não vai poder se lançar frente aos mosquetes das tropas inimigas, obrigando você a pegar cobertura enquanto eles atiram. Porém, vai chegar a hora em que o demorado processo de recarregar o próximo tiro precisa ser feito, momento mais oportuno para você sair do abrigo e investir sobre os oponentes.

A nova mecânica também vai permitir que você atue de forma stealth mesmo durante as batalhas com armas de fogo, algo parecido com o que se via no filme “O Patriota” estrelado por Mel Gibson, que contava com a mesmíssima temática e situações bem semelhantes.

Vale a pena conferir?

Vale. Ainda é cedo para dizer se Assassin’s Creed 3 pode concorrer ao Game of The Year, mesmo assim, não estamos mais falando de uma simples extensão da “trilogia de Assassin’s Creed 2”, e sim de um algo realmente novo e que já está em produção há mais de dois anos.

Por mais que você tenha adquirido um certo preconceito depois de ver os outros games da série mudarem pouco ao longo de tantos anos, desta vez, parece que reencarnar em mais um dos antepassados de Desmond será algo realmente inédito e memorável.

Fonte: Baixaki Jogos

Epic Mickey 2 – Versão 3DS será uma sequência do game de 1990, Castle of Illusion

De acordo com a Nintendo Power, a versão 3DS de Epic Mickey 2  será sequência do título de 1990 para Mega Drive, Castle of Illusion

O título separado das versões console de Epic Mickey 2, sera chamado de Power of Illusion, e esta sendo desenvolvido para plataforma 3DS pela DreamRift, estúdio por trás de Monster Tale.

O stylus poderá ser usado para pintar elementos dos níveis e dar vida a esses elementos. Poderão pintar plataformas flutuantes, desfiladeiros e canhões. Quanto melhor for pintado, maiores serão as vantagens. Nos canhões, por exemplo, se pintar de qualquer jeito, não vão causar danos unicamente nos inimigos, Mickey também levará uma parte do dano.

O visual do jogo será fantástico e o efeito 3D ajuda a dar vida aos cenários das fases, que são baseados em várias aventuras da Disney como a Bela Adormecida.

Epic Mickey 2: Power of Illusion ainda não tem data de lançamento, mas é provavel que seja lançado junto com as versões para console.

Fonte: Vg247

Prototype 2 – Trailer revela 11 razões para o comprar

Prototype 2

Baseando-se um pouco no trabalho de marketing feito pela THQ com Saints Row: The Third, a Activision e a Radical Entertainment lançaram um novo trailer para Prototype 2.

Estão curiosos quanto à vingança do sargento James Heller mas ainda não estão totalmente convencidos? Então fiquem com o vídeo que vos apresenta onze diferentes razões pelas quais vocês necessitam de comprar o jogo (teoricamente são menos, pois alguns dos conteúdos são exclusivos para quem adquirir o DLC Colossal Mayhem, mas enfim):

Prototype 2 tem lançamento marcado para dia 27 de Abril na PS3 e XBOX 360, chegando ao PC somente no final de Julho.

Fonte: Ez/Mygames