HOME FREE É UM SIMPÁTICO “SIMULADOR DE CACHORRO” QUE TE COLOCA NA PELE DE UM CÃO PERDIDO

Depois de simulador de cabra, de pão de forma e até de caixa de papelão, vem aí algo com um pouco mais de potencial: Home Free é um jogo que te coloca na pele de um cãozinho perdido em uma enorme cidade, com todos os perigos reais que um cão deve encarar.

Verdade seja dita, boa parte dos “simuladores de algo” que temos por aí são focados na zoeira. Ou você acha que cabras realmente voam usando jetpacks e carregam coisas por aí usando enormes línguas pegajosas? O I Am Bread, então, a gente nem comenta…

Pois bem, fugindo um pouco dessa zoeira, Home Free quer oferecer ao jogador não só a experiência de ser um cão perdido que deve encontrar o caminho de casa em uma cidade gerada aleatoriamente, mas trazer também um pouco dos perigos e desafios que estes pobres caninos precisam encarar todos os dias. Trânsito, chuva, comida, outros cachorros hostis… sua vida em quatro patas não será tão simples.

O interessante é que o game partiu de uma ideia super básica, que logo evoluiu para algo maior. Com a palavra, Kevin Cancienne, o produtor do game:

“Eu estava interessado em fazer um jogo onde você é simplesmente um cachorro, vendo o mundo pela perspectiva de um cachorro. Um jogo onde você pode correr, pular, morder e cheirar o traseiro de outros cachorros. Mas ultimamente, eu tenho algo maior em mente. A ideia de ser um cachorro em um enorme jogo de mundo aberto me parece algo que merece atenção. Um cão não pode roubar um carro ou usar uma arma, mas precisa usar seus instintos para sobreviver em um ambiente que não foi pensado para cães”.

Achou a ideia bacana? Então confira o trailer do simpático Home Free abaixo:

E como nem só das dificuldades da vida canina se faz um bom game, Kevin vai colocar no game uma versão aprimorada de Dog Park, um jogo que ele criou para uma exposição de novas tecnologias em Nova York, e é basicamente um grande playground canino, que aceita até 4 jogadores simultâneos em multiplayer local.

Confira abaixo um pouquinho do Dog Park em ação:

Home Free está sendo custeado pelo Kickstarter, e já superou sua meta inicial (50 mil dólares), o que garante que o game será lançado. Aliás, ele já passou dos 70 mil dólares, o que garante que ele chegará também ao PS4. Se a arrecadação chegar aos 80 mil, o game também terá gatos (não jogáveis, apenas como “NPCs”), e com 100 mil, serão adicionadas raças de “pernas curtas” como bassets e corgis.

Ainda faltam 15 dias de campanha, e é bem provável que essas metas sejam batidas. Se quiser contribuir com o projeto, clique aqui e acesse a página oficial do game no Kickstarter.

FONTE: ARKADE

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FRIDAY THE 13TH: SEJA O JASON E CACE SEUS AMIGOS NESTE JOGO (QUE BUSCA FINANCIAMENTO VIA KICKSTARTER)

Embora tenha dado as caras recentemente em Mortal Kombat X, há tempo que Jason Voorhees não ganha um jogo só seu. Mas isso pode mudar em breve, e você pode ajudar, pois já está rolando uma campanha de arrecadação no Kickstarter para produção de um game inspirado na sangrenta série Friday the 13th!

Desde 1989 que Jason Voorhees não tem um jogo inspirado em sua sangrenta cine série, mas isso deve mudar em grande estilo em breve: o empolgado comunicado oficial do novo Friday the 13th afirma que “este é o jogo pelo qual você esteve esperando, sua chance de matar ou ser morto em Sexta-Feira 13“.

“Matar ou ser morto”? Pois é, no jogo você poderá tanto ser um infeliz adolescente que vai até o famoso acampamento de Crystal Lake para ser eviscerado por Jason, quanto poderá assumir o controle do próprio Jason e caçar suas presas para matá-las de formas sangrentas e brutais!

O release ainda afirma que o jogo deve se focar no multiplayer assimétrico que anda bem na moda ultimamente: 6 jogadores assumem o controle das vítimas de Jason e devem a todo custo tentar se esconder e escapar — podendo até tentar derrubar o serial killer — enquanto o jogador que controla Jason deve basicamente perseguir e eliminar suas vítimas.

Ainda sem nenhum gameplay revelado, por enquanto só o que temos é este trailer conceitual em CG:

E aí, se empolgou com a possibilidade de caçar seus amigos na pele do temível Jason Voorhees? Então, dê uma força para o projeto: a meta para o game ser produzido é de 700 mil dólares (mais de 200 mil já foram arrecadados) e ele deve ganhar versões para PC, PS4 e Xbox One.

Como de praxe, você ganha uns mimos de acordo com “o tamanho da” sua doação. Clique aqui para acessar a página oficial do game no Kickstarter.

FONTE: ARKADE

CONFIRA O CINEMATOGRÁFICO TRAILER DA CAMPANHA DE CALL OF DUTY BLACK OPS 3

Prepare-se para as altas emoções e os tiroteios frenéticos da campanha do novo Call of Duty com este trailer fresquinho que a Activision lançou!

Ambientado no futuro — mais precisamente em 2065 — o campo de batalha de Black Ops 3 está mais tecnológico do que nunca, com homens transformados em máquinas de guerra, usando gadgets e equipamentos insanos para derrotar seus oponentes.

O vídeo foca-se justamente neste lado tecnológico da guerra, e como de praxe em se tratando de Call of Duty, apresenta momentos empolgantes e cinematográficos, confere aí:

Vale ressaltar que, conforme anunciado recentemente, Call of Duty Black Ops 3 NÃO terá campanha nos consoles da geração passada. Segundo o comunicado oficial, “o escopo ambicioso do projetado para a campanha coop 1-4 jogador do PS4, Xbox One e PC não poderia ser fielmente recriado no hardware da geração antiga”.

Falando nisso, se você é novo na série Black Ops ou precisa simplesmente dar uma refrescada na memória, a gente te ajuda: recentemente a Treyarch lançou um vídeo que faz uma recapitulação dos principais eventos dos jogos anteriores, para ninguém “perder o fio da meada”.

Então, relembre a guerra cada vez mais futurista de Black Ops no vídeo abaixo:

Call of Duty Black Ops 3 será lançado no dia 6 de novembro, com versões para PlayStation 4,PlayStation 3, Xbox One, Xbox 360 e PC.

FONTE: ARKADE

TOM CLANCY’S RAINBOW SIX: SIEGE TEM POTENCIAL PARA SER UM ÓTIMO E ACESSÍVEL SHOOTER TÁTICO

Cenários destrutíveis, ações táticas, efeitos sonoros realistas e muita, mas muita ação. Essas são algumas características do promissor Tom Clancy’s Rainbow Six: Siege, cuja fase de testes fechada acaba de rolar. E nossa primeira impressão do FPS multiplayer produzido pela Ubisoft Montreal foi muito boa.

Creio que além de agradar os fãs do gênero o game conseguiu atingir uma parcela diferente de seu nicho tradicional, e digo isso porque não sou um grande entusiasta quando o assunto é First Person Shooter, e muito menos multiplayer, mas mesmo assim tive uma ótima experiência com essa pequena demonstração do jogo.

MODOS DE JOGO DO CLOSED BETA

Foram disponibilizadas duas opções de jogo, Multiplayer e Terrorist Hunt. O primeiro modo consiste em um embate de jogadores contra jogadores, contabilizando no total dez players, cinco em cada time, em uma série de cenários.

O modo Multiplayer foi o mais difícil de jogar, pois necessita que todos os jogadores possuam uma boa conexão para que a experiência flua da maneira correta, fato que não aconteceu por muitas vezes, infelizmente. Neste modo basicamente temos o time da lei, policiais, soldados, enfim, que tem a missão de adentrar determinado local e eliminar a ameaça terrorista. Do outro lado temos os terroristas que precisam impedir a entrada dos soldados a qualquer custo, pois tendo o perímetro comprometido sua missão fracassaria.

Tanto sendo do time dos heróis, ou dos vilões, deve existir um planejamento de como invadir a base inimiga, pois em Siege explodir uma parede e entrar atirando como se fosse um filme de ação é a receita para uma morte rápida.

Já o modo Terrorist Hunt nos coloca ao lado de outros quatro jogadores contra a inteligência artificial do game. Toda a premissa do Multiplayer está inserida neste modo, a única diferença é que o embate é entre o jogador contra os bots, que são os sistemas da inteligência artificial do jogo.

AS CLASSES DO JOGO

Na versão teste do jogo podemos optar por cinco classes, chamadas de Operators, de várias regiões do mundo, cada uma com suas especificidades. Cada classe possuir armas diferentes, e basicamente duas sub classes: Atackers e Defenders.

Quanto mais jogamos mais adquirimos dinheiro virtual do game, que nos permite liberar mais sub classes dentro dos Operators. Os Operators vêm de forças de segurança do mundo real: SAS, FBI, SWAT, GIGN, SPETNAZ e GSG 9.

REALISMO NA MEDIDA CERTA, ACESSIBILIDADE E MAPAS

Foram disponibilizados três mapas na versão beta, os quais consistem em uma base principal no centro e alguns locais ao redor onde escolhemos onde iniciaremos o jogo, mas não há possibilidade de exploração do cenário.

A questão do realismo do combate também é um ponto fortíssimo, pois mesmo no nível mais baixo, que é o normal, temos que ser estratégicos ao invadir a base inimiga. Quando somos atingidos, mesmo que por apenas um ou dois disparos, já é o suficiente para nosso personagem morrer e termos que assistir ao restante da partida da perspectiva de nossos companheiros.

Os cenários, inimigos, efeitos de luz, sombras e outros detalhes técnicos são satisfatórios, mas com um visível downgrade gráfico em relação ao que nos foi apresentado anteriormente, mas como a versão disponibilizada foi um beta é compreensível. A versão final tem que trazer, obrigatoriamente, com um nível gráfico melhor, pois já vimos games do mesmo gênero, na geração passada, com melhor acabamento no produto final.

Tom Clancy’s Rainbow Six: Siege será lançado dia 1 de dezembro, para PS4, Xbox One e PC.

FONTE: ARKADE