CONHEÇA AS 10 MULHERES MAIS PODEROSAS DA INDÚSTRIA DOS GAMES

medium_208552_3008965790          Kiki Wolfkill, produtora executiva de Halo

A Fortune Magazine, revista de negócios norte-americana, lançou uma lista com as 10 mulheres mais poderosas no mundo dos games de 2013 – incluindo produtoras, diretoras e CEOs tanto de companhias independentes quanto de grandes empresas. Saiba um pouco mais sobre elas:

10. Hope Cochran – Diretora Financeira da King

No cargo de Diretora Financeira apenas há dois meses, Hope Cochran ajudou a produtora e desenvolvedora de jogos casuais King a chegar onde está. Conhecida por criar e testar games que vão para o Facebook depois – como “Candy Crush Saga” e “Bubble Witch” -, a King está em rápido crescimento no mercado mobile e possui mais de 1 bilhão de jogadores conectados por dia entre 150 games exclusivos. Entre os planos da diretora para a empresa está a transformação da mesma em um escritório de propriedades intelectuais.

9. Stephanie Barish  CEO da IndieCade

Stephanie Barish e a IndieCade tem um único objetivo: mostrar as brilhantes mentes da indústria independente de jogos para o mundo. A empresa foi fundada em 2005 e, desde então, já ajudou na publicação de diversos títulos indies através de parcerias com enormes eventos na América do Norte – como o Penny Arcade Expo (PAX) e a Game Developers Conference -, além de ter seu próprio evento que ocorre duas vezes ao ano.

medium_208553_1665267279       Hope Cochran (esq.), Stephanie Barish (meio) e Holly Liu (dir.)

8. Holly Liu – Co-fundadora e gerente de equipe da Kabam

Mais uma representante do mercado mobile, Holly Liu foi uma das fundadoras da Kabam, produtora e desenvolvedora de jogos online (tanto para mobile quanto para navegadores). Entre os sucessos da empresa estão produtos licenciados, como “Fast & Furious 6: The Game”, e franquias originais, como “Kingdoms of Camelot” e seu lucro de US$ 200 milhões. Tendo começado sua carreira em games como designer, Liu cresceu e fez a Kabam crescer junto ao aumentar o número de funcionários da empresa em 500% no período de três anos (!).

7. Emily Greer – Co-fundadora e CEO da Kongregate

Se você já procurou sites para jogar em navegador, com certeza já passou pelo Kongregate, um dos maiores do gênero na web. Fundado por Emily Greer e seu irmão, Jim, o site de games casuais foi comprado pela GameStop em 2010 e teve um aumento enorme em seu número de jogadores e títulos. Depois de expandir seus negócios para o mundo mobile, a Kongregate investiu US$ 10 milhões para investir em novos desenvolvedores de jogos.

6. Jessica Tams – Diretora da Casual Games Association (CGA)
Se tem algo que é certo na indústria de games, esse algo é o fato de que os jogos casuais estão em constante crescimento. Vendo isso, a Casual Games Association (Associação de Jogos Casuais, literalmente) e sua diretora, Jessica Tams, decidiram ajudar o mercado realizando conferências pelo mundo, publicando uma revista e fazendo pesquisas de números para mais de 20 mil profissionais da indústria. Tams, que já foi a vice-presidente de planejamento de produtos da FUN Technologies, entrou na indústria de jogos como engenheira de software no desenvolvimento de jogos como “Dungeon Siege” e “Gabriel Knight III”.

medium_208554_1739134286        Emily Greer (esq.), Jessica Tams (meio) e Kate Edwards (dir.)

5. Kate Edwards – Diretora Executiva da International Game Developers Association (IGDA)
A International Game Developers Association (Associação Internacional de Desenvolvedores de Jogos, literalmente) é uma das mais importantes empresas do mundo a unir desenvolvedores de diversas regiões do mundo através de localizações e atividades globais e nacionais. Atualmente, a empresa é dirigida por Kate Edwards. que passou 16 anos na indústria de desenvolvimento de jogos como estrategista geopolítica da Microsoft. Entre seus grandes feitos no mercado global de games está utilizar oportunidades e riscos geopolíticos para franquias como “Halo”, “Age of Empires”, “Fable” e “Dance Central”.

4. Kiki Wolfkill – Produtora Executiva de Halo (343 Industries)
A simpática Kiki Wolfkill (imagem no início da matéria) é uma das produtoras executivas do 343 Industries, estúdio da Microsoft responsável pela franquia “Halo”. Além de ajudar no desenvolvimento de “Halo 4” e do futuro título da série, Wolfkill é responsável pela franquia em outras mídias como graphic novels, web series e, sim, pelo live-action que será produzido por Steven Spielberg. No ano passado, a produtora veio para a Brasil Game Show e conversou um pouco sobre sua carreira e suas responsabilidades como produtora executiva, relembre.

3. Amy Hennig – Diretora Criativa da Naughty Dog
Curtiu “The Last of Us”? Então agradeça à Amy Hennig, diretora criativa da Naughty Dog e responsável por garantir que os jogos da empresa passem a sensação de entretenimento interativo desejada por seus fundadores. Uma das maiores razões pelos títulos da Naughty Dog serem exclusivos do PlayStation, Anne Hennig trabalhou na Crystal Dynamics – em títulos como “Soul Reaver” e “Legacy of Kain” – antes de ingressar na posição que ocupa desde 2003.

2. Lucy Bradshaw – Vice Presidente Sênior da Maxis (Electronic Arts)
Nomeada recentemente para o cargo de vice presidente sênior da Maxis, Lucy Bradshaw é respondável por fiscalizar tudo relacionado a “The Sims” e “SimCity” na Electronic Arts. Funcionária da empresa desde 1997, Bradshaw trabalhou com o fundador da Maxis, Will Wright, para atrair mais mulheres ao mundo dos jogos – e conseguiu, já que mais da metade de jogadores de “The Sims” são mulheres. Antes da Maxis, Bradshaw trabalhou na LucasArt (inveja!) em produção de títulos como “The Dig”, “The Secret of Monkey Island 2” e “Rebel Assault”.

medium_208555_4286621400         Amy Hennig (esq.), Lucy Bradshaw (meio) e Jade Raymond (dir.)

1. Jade Raymond – Diretora da Ubisoft Toronto
Jade Raymond não é apenas um rostinho bonito, mas também a poderosa do estúdio Ubisoft Toronto. Criado em 2010, o estúdio está crescendo absurdamente e tem previsão de empregar 800 funcionários até 2020. No momento, Raymond é responsável por cuidar das novas propriedades intelectuais da Ubisoft por lá, e já está trabalhando em cinco novos títulos. Além disso, Raymond também é produtora executiva da série “Tom Clancy`s Splinter Cell” e fiscaliza qualquer lançamento relacionado a ela – como jogos, livros e filmes. Com foco em grandes franquias, Raymond iniciou sua carreira na indústria de games como programadora e fez seu nome como co-criadora e produtora executiva do primeiro “Assassin’s Creed” (sim, agradeça a moça!).

Apesar de 46% do mercado de jogadores ser feito de mulheres, menos de 15% dos cargos da indústria de games são ocupados por mulheres. Para Wanda Meloni, fundadora da empresa de pesquisas M2 Research, o problema de poucas mulheres no mercado pode ser resolvido em campanhas para mostrar como uma carreira na área de jogos é uma opção positiva e trabalhar contra o preconceito.

” nós da ponto do game agradecemos a todas estas mulheres que proporcionam a nossos jogadores sempre o melhor possível, e que preconceitos não devem existir de nenhuma forma possível, o nosso grande e verdadeiro agradecimento a estas mulheres. Obrigado”.

Jogos podem ajudar as crianças a melhorar a visão

Se os seus pais reclamam que você costuma sentar muito perto da TV para jogar video game, alegando que isso pode estragar a sua visão, saiba que, na verdade, o resultado pode ser exatamente o oposto. Pesquisadores do Reino Unido descobriram que os jogos de video game podem ser usados no diagnóstico e também no tratamento de doenças relacionadas à visão.

Uma disfunção conhecida como ambiopia (olho preguiçoso) é bastante comum em crianças. Um tratamento comum envolve o uso de um tapa-olho para que o olho aberto seja “forçado” a desenvolver um menor tempo de resposta a tudo aquilo que vê.

Os cientistas criaram uma espécie de óculos especial que, quando usado em jogos durante uma hora por dia, durante uma semana ou 10 dias, resulta em uma melhoria quase que imediata. “Ao forçar a criança a usar os dois olhos, o cérebro se torna consciente da imagem no olho preguiçoso”, explica Anita Simmers, uma das responsáveis pela pesquisa. “É como se essas células, que antes eram latentes, fossem reativadas e regeneradas”, completa.

Os óculos utilizados na pesquisa ainda são um protótipo e não estão disponíveis em escala comercial. Ainda assim, os primeiros estudos mostram que a utilização de games pode ser favorável durante o tratamento. Essa não é a primeira vez que os jogos são relacionados como sendo positivos às doenças da visão. Pesquisas anteriores já haviam demonstrado que games podem ser usados no tratamento de catarata em pacientes idosos.

Fonte: Baixaki Jogos

Top 10: Aliados Mais Chatos E Irritantes Do Mundo Dos Games

Mas sabe o que é pior do que um inimigo chato? Um parceiro chato!

Afinal, o inimigo você pode ir lá e matar, mas o companheiro não! Dependendo do jogo, ele vai passar o tempo todo te atrapalhando e você não poderá fazer nada contra ele!

Para piorar, muitas vezes deixar o sidekick para trás nos brinda com uma desagradável tela de game over/mission failed. Simplesmente frustrante!

Bom, apesar de tudo isso, o site Arkade resolveu homenagear estes “adoravéis”parceiros, e criou um top 10 especialmente para eles!

10. Morrigan (Dragon Age) 

Esta exuberante bruxa certamente deixou muitos marmanjos babando, mas não se pode negar que como sidekick ela deixa muito a desejar. Indecisa que ela só, quer ter um filho mas não sabe exatamente com quem, e em alguns momentos deixa o jogador sozinho bem na hora em que o circo pega fogo.

9. Baby Mario (Yoshi’s Island)

 

O que um pobre bebezinho inocente pode fazer para te atrapalhar? Chorar, meu caro! E nisso o Baby Mario de Yoshi’s Island é bom: ele chora muito e sempre que ele está chorando, é sinal de que você o perdeu e deve resgatá-lo. Se não botar o moleque nas costas novamente em alguns segundos, já era. Nos momentos mais críticos dá até vontade de deixá-lo ser levado apenas para acabar com a maldita choradeira!

8. The Watcher (Darksiders) 

Em um game onde você é um onipotente Cavaleiro do Apocalipse que perdeu seus poderes e está em busca de vingança, a última coisa de que se precisa é umsidekick pentelho, certo? Errado! O pessoal da Vigil Games decidiu colocar The Watcher no game, um demoniozinho que se acha o tal, não ajuda em praticamente nada no decorrer do game, mas está sempre pronto para ofender e humilhar o pobreWar. Totalmente dispensável!

7. Elika (Prince of Persia) 

 

Esta é uma sidekick poderosa e bastante útil no decorrer do game, mas que consegue ser bem chata em alguns momentos. Para cruzar algum abismo, você tem que colocá-la nas costas e carregá-la para lá e para cá. Elika também é perita em ficar bloqueando seu caminho em corredores e passagens estreitas, o que atrapalha bastante. Se não fossem seus poderes e o clima que rola com ela, certeza que o Prince a tacaria no primeiro abismo!

6. Princesa Yorda (Ico) 

Ico é um daqueles games artísticos e filosóficos que conseguem chegar ao status de “cult”. Mas isso não impede que ele tenha uma personagem chata te acompanhando. Quer dizer, a Princesa Yorda não é necessariamente chata, mas é inútil. Nas batalhas você deve protegê-la de todos os inimigos, e a resolução da maioria dos puzzles consiste em bolar um caminho para ela passar sem se machucar. Pô, podia ser um pouquinho mais pró-ativa, né, Princesa?

5. NPCs da série GTA 

A série GTA é famosa por ter uma história single player envolvente e muito bem escrita. Porém, em quase todo jogo da série, a Rockstar deve achar que o jogador se sente muito sozinho, e resolve meter alguma missão para ser realizada em parceria com um NPC. O cérebro destes aliados deve ser algo semelhante a uma uva passa, pois eles mais atrapalham do que ajudam, atiram para todo lado sem matar ninguém e, dependendo do caso, ainda conseguem te fazer perder a missão!

4. Peppy & Slippy (Star Fox) 

 

Esta é uma dupla que deu muita dor de cabeça aos jogadores de Star Fox. O coelho Peppy virou praticamente um ícone da chatice com sua célebre frase que virou até meme, “do a barrel roll”, em Star Fox 64. Já o simpático mecânico Slippytenta ser útil, mas tem o péssimo hábito de se meter em encrencas e sempre acaba pedindo socorro nos piores momentos!

3. Ashley e Sheva (Resident Evil 4 e 5) 

Como é que duas moças tão simpáticas podem ser tão chatas? Ashley, a filha do presidente raptada em Resident Evil 4 não consegue fazer nada sozinha, e precisa de ajuda até para se esconder. Deixá-la sozinha por 5 segundos é game over na certa. Já Sheva fala sempre a mesma coisa (“roger!”) gosta de esbanjar itens e munição (“I need ammo!”) e é um pouquinho inconsequente: ela adora ficar na frente da sua mira bem quando um daqueles caras com motosserra está chegando! Tenso!

2. Gretchen (Knights Contract) 

Esta é o cúmulo da inutilidade! Ok, Gretchen é uma bruxa cheia de poderes, e tudo mais, mas ela não é capaz de usar nenhum destes poderes sozinha, você precisa ordenar todos os seus ataques. Acompanhante de Heinrich, um guerreiro imortal, ela não só pode morrer, como o faz com bastante frequência. Para piorar, restaurar a energia da moça exige que você a carregue no colo, o que te deixa praticamente indefeso por um tempo.

1. Fada Navi (Zelda) 

 

Esta foi praticamente uma unanimidade na votação que rolou entre a equipe e os leitores. A pequena fada conselheira da série The Legend of Zelda leva com louvor a medalha de ouro deste top 10, por seus irritantes e muito constantes conselhos. Certeza que muita gente deve ter batido com a cabeça na parede enquanto jogava o Ocarina of Time, após ouvir pela centésima vez os “hey” e “listen” desta fadinha pentelha!

E é com esta fada pra lá de xarope que encerramos este top 10, que certamente causou um misto de saudade e raiva em todo gamer que já conheceu essas figuras.

Sentiu falta de algum sidekick mala nesta lista? Utilize o espaço de comentários e preste sua “homenagem” ao sujeito.

Fonte: Arkade

Os 15 melhores mundos fantásticos em jogos

Um dos grandes entretenimentos da nossa era, os games nos fazem mergulhar em mundos fantásticos, nos colocando na pele de personagens intrigantes para chegar a algum lugar. Confira algumas das histórias de jogos mais legais já criadas:
1 – TAMRIEL (ELDER SCROLLS)

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O continente de Tamriel, ambiente dos jogos de Elder Scrolls, existe no mundo fantástico de Nirn. Tamriel é dividido em nove províncias, e outros continentes são citados na série (mas não explorados). Elder Scrolls V é na terra de Skyrim, um país destruído pela guerra civil. A cada novo jogo da série, Tamriel se consolida como um dos mundos fantásticos mais interessantes.

2 – MUSHROOM KINGDOM (MARIO)

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O Reino dos Cogumelos, o ambiente de vários dos jogos do Mario, é um ícone por suas chaminés, alegres homens maus, abismos sem fundo e um vasto número de castelos onde a princesa pode estar escondida. O colorido e vibrante Mundo dos Cogumelos é um dos mais entusiasmantes de todos os jogos.

3 – HYRULE (ZELDA)

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A Terra de Hyrule, local de muitas aventuras de Link, é talvez tão famosa quanto seus personagens. Pisar na Terra de Hyrule, em Ocarina of Times, permanece como um dos momentos mais memoráveis dos jogos, e sabendo o quão desejável ela é, não é de se espantar que Ganondorf queira a possuir sempre. Wind Waker prova que mesmo quando Hyrule está inteiramente inundada, continua sendo um ótimo local para explorar.

4 – POKÉMON REGIONS (POKÉMON)

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Kanto, Johto, Hoenn, Sinnoh, Unova: as cinco principais regiões onde os jogos Pokémon acontecem. Para cada nova região, uma nova geração de pokémon, um novo time de líderes para derrotar e uma nova Elite Quatro para batalhar. Mesmo que as regiões Pokémon não sejam totalmente distintas no jogo (até porque elas estão em um mundo simplesmente chamado de “Mundo Pokémon”), ela ainda assim são um aspecto importantíssimo no jogo.

5 – ALBION (FABLE)

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A terra ficcional de Albion, ambiente para a série Lionhead’s Fable, é um personagem por si só. Com um pouco de Terry Pratchett, pitadas de humor britânico e referências pop contemporâneas, Albion estabeleceu-se como um mundo extremamente importante nos jogos de fantasia.

6 – THE FORGOTTEN REALMS (BALDUR’S GATE & OUTROS)

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Os Reinos Esquecidos é um ambiente de Dungeons & Dragons, trazido ao público em jogos como Baldur’s Gate, Icewind Dale e Neverwinter Nights. Descrito como um mundo paralelo ao nosso, os Reinos Esquecidos são um lugar de perigo, magia, violência e bardos viajantes. Apesar de existirem muitos mundos similares, os Reinos Esquecidos é um dos mais notáveis, graças a sua popularidade.

7 – GAIA (FINAL FANTASY VII)

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O mundo de Gaia, ou “O Planeta”, é um híbrido de ficção e fantasia, onde o mundo está em um estado de revolução industrial, corporações crescendo em cidades esfumaçadas e poluídas. Há um elemento de eco ativismo no jogo, com uma clara distinção entre Midgar, a cidade principal, e o interior do mundo, intocado pela tecnologia avançada.

8 – LORDRAN (DARK SOULS)

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Lordran, ambiente do recente Dark Souls, é um local melancólico e cruel, assombrado pelos fantasmas dos mortos e moribundos. De vários modos, é uma fantasia pós-apocalíptica, com Londran em estado de ruínas. É uma terra fria e não receptiva que desafia, e de todas as citadas nessa lista, tem, talvez, a atmosfera mais sinistra.

9 – SOSARIA/BRITANNIA (ULTIMA SERIES)

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A série Ultima, de Richard Garriot, começa em Sosaria, um mundo fantástico que logo foi dividido pela Idade das Trevas (nos primeiros três jogos). Ele ficou conhecido depois como Britannia, devido ao seu imperador, Lord British. Com vários jogos, incluindo nove principais, um MMO de sucesso e ótimas explorações de cavernas, o mundo de Britannia é muito famoso entre os jogadores de RPG.

10 – SANCTUARY (DIABLO)

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O mundo de Sanctuary é habitado por deuses e demônios, onde Céu e Inferno são espaços físicos e a maldade tenta constantemente dominar. Diablo III, que está para chegar, continua a história de Sanctuary, com uma mudança na geografia do mundo, mas ainda oferecendo aos jogadores a chance de revisitar áreas, incluindo a cidade de Tristam.

11 – AGES (MYST)

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A série Myst acontece em diferentes eras. Talvez a mais notável seja a era de Riven, que possui um jogo com o mesmo nome, mas o Myst original possui várias delas. Acessadas por livros encontrados pelo jogador, e cada uma contendo desafios para resolver e mistérios para desvendar, Myst é um dos jogos de aventura mais famosos do nosso tempo.

12 – ARCADIA/STARK (THE LONGEST JOURNEY, DREAMFALL)

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Os mundos de Arcadia e Stark formam o ambiente de The Longes Journey. Arcadia é um mundo de mágica e fantasia, enquanto Stark é baseado na ciência e tecnologia. Os dois são icônicos, com um enredo de personagens e alegorias de ambos os gêneros da fantasia e da ficção científica.

13 – WONDERLAND (AMERICAN MCGEE’S ALICE)

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A versão de American Mcgee para o famoso País das Maravilhas é grotesca e violenta. Com um imaginário de insanidade, luto e horror, está muito longe de ser como a versão da Disney, e um ótimo exemplo de um mundo fantástico sendo adaptado para outro meio novo.

14 – MIDDLE EARTH (LORD OF THE RINGS)

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Apesar das Terras Médias serem muito maiores do que parecem nos jogos, é inquestionável que é o ambiente fantástico mais famoso de todos. O mundo criado por Tolkien, com homens, anões e elfos, ajudou a dar forma a gerações inteiras de histórias fantásticas. As adaptações para videogame do Senhor dos Anéis podem ser diferentes quanto a qualidade, mas jogos como O Senhor dos Anéis Online, que o deixa livre para fazer sua história nas Terras Médias, são obrigatórios para os fãs da série épica de Tolkien.

15 – AZEROTH (WORLD OF WARCRAFT)

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Local da maior comunidade de jogadores online do mundo, Azeroth é composto por três continentes, abrigando inúmeras espécies e raças, cada uma com suas tradições e legado. No pacote de expansão Cataclysm, Azeroth foi dividido, modificando suas terras. É essa eterna evolução, riqueza de detalhes e originalidade que possivelmente fazem de Azeroth o melhor mundo de fantasia de todos os jogos.

Fonte: Hypescience