Charles Martinet no Brasil para lançamento do Wii U

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Nos dias 22 e 23 de novembro, a Nintendo fará uma Showcase (evento de demonstração) no Brasil, onde revelará o Wii U oficialmente por estas bandas.

O evento que acontecerá em São Paulo terá a presença ilustre de Charles Martinet, o dublador americano que faz a voz de Mario, Luigi, Wario, Waluigi, Baby Mario e Baby Luigi em todos os games da empresa. Além disso, os gamers terão a chance de encontrar com Mario, Luigi e Donkey Kong, além de ver os grandes lançamentos da Nintendo para o final de ano: Super Mario 3D World (Wii U) e The Legend of Zelda: A Link Between Worlds (Nintendo 3DS).

Nintendo Showcase

Quando: 22 e 23 de novembro.

Local: Espaço Imperatriz – Rua Estela, 615 – Vila Mariana, São Paulo.

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Mercado de games brasileiro: entenda o porque os games são tão caros em nosso país.

MOney1-550x275Fala Galera, tudo bem com vocês ? Legal.

Então, hoje eu trago para vocês uma matéria muito interessante, nesta matéria eu vou mostrar para vocês o por que nossos produtos, principalmente os games, são muito caros no em nosso país. Não é novidade para ninguém que os jogos em nosso país custam um absurdo. Porém, nos últimos meses, até mesmo a importação se tornou problemática, por conta de algumas “desentendimentos” que deixam clara a falta de conhecimento do nosso governo em relação ao mercado de games. Saiba mais sobre esta história na sequência.

Contextualizando: não é de hoje que as produtoras e principalmente as distribuidoras tentam convencer o governo e a Receita Federal de que os games deveriam ser classificados como softwares.

Porém, para o nosso governo, os games ainda são taxados como brinquedos, ou seja, não podem se enquadrar nos benefícios da Lei da Informática, ou em qualquer outro programa de incentivo fiscal que vise abater alguns impostos.

Se para quem importa jogos a coisa já está feia, o bicho pegou mesmo para os lojistas e distribuidores: a indecisão entre o que é brinquedo e o que é software atrasou (ainda mais) as rotinas alfandegárias do nosso país – especialmente em São Paulo e no Paraná -, o que segurou as entregas de muita gente e chegou ao ponto de deixar distribuidores sem jogos para vender!

Do início de março para cá, a Receita Federal anda fazendo um “pente fino” nas encomendas estrangeiras, na esperança de tarifar de maneira justa as encomendas e evitar o chamado “mercado cinza” (no qual distribuidores sonegam impostos trazendo produtos originais estrangeiros de maneiras ilícitas para revenda).

Porém, a tarifação imposta pela Receita é tudo, menos justa: o G1 apurou os tipos de impostos que um jogo de videogame encontra ao chegar ao nosso país. O resultado desta soma assustadora é um aumento de mais de 160% no valor inicial, o que deixa claro que, no final das contas, os impostos saem mais caros que o jogo em si.

Confira a tabela abaixo, retirada diretamente da reportagem do G1:

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Nesta conta, temos um absurdo aumento de 164% no valor original. Se os games fossem classificados como software, como pedem as distribuidoras, teríamos uma redução significativa nesta conta: os mesmos impostos (Pis, Cofins, IPI, imposto de importação e ICMS) continuariam sendo pagos, mas em menor escala: “apenas”72,17%.

Com o mercado de games brasileiro crescendo a olhos vistos, as importações aumentaram, e o trabalho da Receita também, que redobrou o cuidado com as encomendas para evitar a sonegação: “as empresas [distribuidoras] precisam apresentar documentos, comprovar origem e valor da mercadoria e forma da negociação para que a mercadoria seja liberada se estiver tudo correto”, explica Cláudia Regina Thomáz, inspetora-chefe da inspetoria de Curitiba da Receita Federal.

Enquanto o governo e as distribuidoras não chegam a um acordo, os atrasos nas encomendas devem continuar acontecendo. E, é claro, nós continuaremos pagando preços abusivos por nossos “brinquedos“.

Acorda, Brasil! O mercado brasileiro de games já está grande, e tem tudo para crescer ainda mais e mover a economia! Só o que estamos pedindo é um mínimo de respeito, bom senso… e preço justo!

E aí, o que você acha de tudo isso? Deixe sua opinião nos comentários!

Testamos o videogame Wii U, com controle que imita tablet

Wii U - Controle

Quer deixar um funcionário da Nintendo sem jeito? Pergunte por que o Wii U, sucessor do videogame Wii, ainda não tem nenhum game anunciado, sendo que o console chega às lojas na segunda metade deste ano, segundo a empresa. Na Consumer Electronic Show (CES), em Las Vegas, a a fabricante e desenvolvedora de games poderia estar mostrando os novos “Super Mario”, “Metroid” ou “Zelda”. No entanto, preferiu não ter um estande no evento e, sim, um pequeno quarto em um hotel próximo. Ali, em vez dos jogos, demonstrou “experiências”.
A intenção da Nintendo é mostrar como é jogar em duas telas em um console doméstico, algo que deu muito certo com os jogos nas duas telas do Nintendo DS e, agora, no 3DS. O primeiro é o videogame portátil mais vendido de todos os tempos, com mais de 151 milhões de unidades vendidas.

Nintendo Wii U proporciona experiência como a do DS, de jogar com duas telas .

Controle Tablet do Wii U

O Wii U tem um design muito similar ao Wii. Ele só é um pouco mais comprido e com bordas arredondadas. E conta com um controle no formato de tablet. Ele apresenta duas alavancas analógicas, essenciais para jogos de tiro em primeira pessoa (quando você não vê o personagem, apenas a arma, como se a estivesse segurando). Além disso, há dois botões de ombro, dois gatilhos, os tradicionais botões de ação, 4 deles, e um direcional digital.

A tela sensível ao toque é o diferencial. Com ela, o jogador pode interagir diretamente com o jogo, realizando alguma ação nela, até acessar diferentes informações.

De olho na telinha 

Este foi o foco da primeira “experiência” do G1 com o Wii U. O jogo consistia em 3 amigos em um labirinto e um quarto, munido do controle-tablet, que tinha que fugir deles. O jogador em fuga não olha para a televisão e, sim, para a tela do joystick, que mostra o mapa do labirinto e onde estão os adversários, além de apresentar uma pequena tela de jogo. Os outros gamers usam Wii Remotes, controles do Wii original que são compatíveis com o Wii U, para caçá-lo. Embora seja um game muito curto, é bastante divertido jogar em equipe para caçar o fugitivo, uma vez que os jogadores são obrigados a conversar e se ajudar para vencer a partida.

Console Nintendo Wii U

Ao jogar como quem foge, a experiência muda bastante. Ver a posição dos adversários ajuda -e dá uma agonia grande vê-los se aproximando. Vence quem pegar o fugitivo dentro do tempo determinado.
Num segundo teste foi apresentado um game de tiro em terceira pessoa, com a câmera mostrando o personagem pelas costas. Quem jogava com o Wii Remote e a extensão Nunchuck tinha que caçar uma nave espacial que voava pelo cenário repleto de obstáculos do usuário que tinha o controle-tablet. Nada muito diferente do que já foi visto em games do Wii. Entretanto, ao jogar como a nave usando o novo joystick, o resultado é muito mais interessante. Somado ao fato de ter que usar as duas alavancas analógicas para fazer a nave andar para frente e para trás, para a direita e para a esquerda e para cima e para baixo, era necessário girar o controle para os lados para movimentar a câmera e a mira para atacar os outros jogadores — tudo isso visualizando a imagem do jogo na tela sensível ao toque do controle.
É muito mais difícil controlar um game desta maneira mas, ainda assim, é uma tarefa que permite uma interação maior com o jogo.

360 graus 

A terceira experiência foi a mais interessante em termos de tecnologia, já que não se tratava de um jogo. Foi colocado um vídeo na tela em que parecia que se estava andando em cima de um carro do serviço Street View, dos mapas do Google. Enquanto o vídeo era reproduzido, no controle aparecia a mesma imagem, com a diferença de que, ao girar o periférico para os lados, a câmera se movia 360 graus. Era possível, ainda, ampliar a imagem para ver detalhes como nomes de ruas ou pressionar um botão para ver o que acontecia nas “costas” do usuário.

A aplicação é bastante interessante e pode ser usada tanto para o uso no Street View, por exemplo, ou para algo ainda mais grandioso. Pense em assistir a um filme que teve cenas gravadas com a câmera de 360 graus. Em uma batalha, por exemplo, o espectador teria a opção de ver a cena por outros ângulos diretamente na tela do tablet, apenas movimentando-o para os lados, para cima e para baixo.
Ainda é incerto se Nintendo vai mesmo lançar o Wii U em 2012. Mas ela está tomando todo o cuidado para tornar inéditas as “experiências” de seu novo console. Se continuar neste caminho e continuar usando a mesma criatividade vista em alguns jogos do Wii, o novo aparelho já tem meio caminho andado para ser bem recebido.

Fonte: G1/Globo

Wii U – Por que apenas uma câmera?

A Nintendo pode estar perdendo algumas oportunidades muito legais com a inclusão de apenas um câmera no controle de seu novo console.

Aqui vai uma pergunta: Você pensou que o controle do Wii U teria duas câmeras? Eu pensei, mas como você pode ver nas imagens abaixo, ele tem uma câmera frontal, mas nenhuma câmera na parte inferior. Grande coisa… Bom, eu pessoalmente acho que oferece menos flexibilidade ao console.

Câmera frontal? Ok.

Câmera traseira? Hmm… sem sorte.

A aplicação mais óbvia para essa segunda câmera é aumentar a realidade e funcionalidade dos jogos. Imagine, por exemplo, “Luigi Mansion” para Wii U, onde os jogadores exploram suas próprias casas descobrindo fantasmas numa jogabilidade em 1ª pessoa na tela do controle,  e antes de exterminá-los, os acompanha durante um determinado período de tempo. Imagine um jogo “Pokemon”, onde você encontra pokemons escondidos em sua casa antes de enviar seus próprios para a batalha na sala.

Ok, ok, essas idéias também servem em mini-jogos para 3DS. E, talvez fantasmas e Pokemon não são para você. Então … vamos supor que isso poderia ser um jogo “WarioWare” totalmente novo. Que tal um modo multiplayer cooperativo, onde um jogador tem que usar um Raio-X em outro, com a tela do Wii U mostrando o esqueleto a medida que a varredura se completa em seu amigo? Em um nível mais simples, a outra pessoa pode simplesmente fazer uma pose, ou ter uma maçã em cima de sua cabeça que você tem que acertar. Que tal escolher uma constelação na tela principal, e em seguida, ter de apontar o controle para o teto para encontrá-lo entre as estrelas na mini-tela? Não deixo de pensar que um componente de “realidade” acrescentaria ainda mais flexibilidade para uma série onde é tudo sobre imprevisibilidade.

Imagine ter sua casa real como a sua casa virtual em Animal Crossing. Você ficaria vagando pelo mundo em sua TV, antes de abrir a porta para sua casa no jogo, que, então, troca as imagens para a tela do controle do Wii U. Basta levantar o seu controle e caminhar na sua casa real para vê-la na tela, com elementos do jogo. Você pode adicionar móveis virtuais, mudar o papel de parede virtual, ter uma visão virtual de uma janela e ter um quadro de avisos em uma das paredes, onde outros personagens ou jogadores deixam-lhe mensagens.

O que seria realmente intrigante sobre esta idéia é que os jogadores seriam capazes de ensinar ao jogo as dimensões de sua casa, e cada vez que você a visita, mais o jogo conhece seu layout. Ela poderia funcionar no sentido inverso também – você pode usar a segunda câmera para tirar fotografias de coisas no mundo real, então incorporá-la no mundo do jogo. Ou seja, texturas para transformar em papéis de parede ou objetos para digitalizar.

Na verdade, estas são apenas um punhado de idéias que me veio a mente. Imagine o que a Nintendo poderia fazer. Se eles querem “realidade” no 3DS, por que não no Wii U?

Talvez essas idéias não sejam viáveis​​. Talvez – e isso é mais provável – o Wii U simplesmente não seja capaz de fazer este tipo de “realidade”. Afinal de contas, sem processadores gráficos no controle, a imagem teria que ser devolvida a partir do controle para o console, onde seria processado, para depois voltar novamente. Talvez seja muito complicado e a Nintendo prefira se concentrar em outras áreas.

Mesmo assim, estou surpreso que a Nintendo não incluiu uma segunda câmara apenas no caso de explorar idéias como essas futuramente. Lembrando que é altamente provável que a empresa faça modificações no controle antes de chegar no mercado, e uma dessas modificações poderia muito bem ser a adição de uma segunda câmera.

O que você acha? A Nintendo está perdendo uma oportunidade de ouro? Você acha que há potencial para utilizar uma segunda câmera? Deixe sua opinião…

Fonte: IGN
Tradução: Lucas A. Pereira